Esse post talvez seja o mais especial deste blog. Não porque ele é o de número 220, mas porque se trata de algo que está marcando a minha vida. Em outrora relatei aqui “O batismo do André“. E é com muita satisfação que hoje compartilho com vocês “O batismo da Gabriela”.

A Gabriela é resposta de oração durante anos; desde a infância somos ligados e permanecemos firmes até hoje! Se você me acompanha desde o início de carreira sabe quem é ela. Só aqui no blog já deu as caras diversas vezes, e temos uma relação fraterna tão grande, que às vezes nós dois não conseguimos explicar.

Deus é fiel e realmente cumpre a promessa de salvação na vida dos nossos. Estou muito feliz pela nossa amizade agora se perdurar até a eternidade. Em comemoração, reuni em vídeo algumas fotos do acervo pessoal de nós dois e montei uma recordação sobre nossa amizade na infância e pré-adolescência. Hoje sou um homem, a Gabriela já é uma mulher e temos uma amizade que será pra vida inteira:

Amém! É isso, acho que o vídeo falou tudo. Pra completar o post eu quero parafrasear aqui o post “O batismo do André”, grande amigo que se batizou quando fazíamos o pré-vestibular. Beijos, obrigado pela leitura!

BC

Vamos lá então falar sobre o batismo. Comecemos com o batismo de Jesus:

13. Naqueles dias, Jesus foi da Galiléia até o rio Jordão a fim de ser batizado por João Batista.
14. Mas João tentou convencê-lo a mudar de idéia, dizendo assim: – Eu é que preciso ser batizado por você, e você está querendo que eu o batize?
15. Mas Jesus respondeu: – Deixe que seja assim agora, pois é dessa maneira que faremos tudo o que Deus quer. E João concordou.
16. Logo que foi batizado, Jesus saiu da água. O céu se abriu, e Jesus viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e pousar sobre ele.
17. E do céu veio uma voz, que disse: – Este é o meu Filho querido, que me dá muita alegria!
Mateus 3.13-17

Bem, vemos que mesmo sendo Deus, Jesus fizera questão de ser batizado. E estudando, percebo que foi o batismo que marca o início do ministério de Jesus: primeiro foi batizado, e depois foi cumprir a sua missão aqui na terra, a de se doar por nós. O batismo é um sinal de arrependimento, mas não para Jesus, pois este era sem pecado (Pedro 2.22). Talvez tenha se batizado porque “Ele tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus. Pelo contrário, ele abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos. E, vivendo a vida comum de um ser humano, ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte – morte de cruz.” (Filipenses 2.6-8).

Mesmo João Batista dizendo para Jesus não se batizar, ele disse que assim fariam a vontade de Deus. Podemos concluir que essa declaração pública, o batismo do Filho de Deus, enfatizava que Jesus era o servo ungido de Deus pronto para iniciar seu ministério, trazendo a salvação do Senhor sobre seu povo. Naquela ocasião no início de seu ministério, Deus ungiu Jesus com o Espírito Santo para ser o mediador entre Deus e o seu povo. No seu batismo Jesus foi identificado como aquele que carregaria os pecados das pessoas; Jesus foi batizado para se identificar com o povo pecador. Da mesma forma, nós somos batizados para nos identificarmos com o ato de obediência de Jesus. Se Ele próprio, sendo Deus, se batizou, por que também nós não deveríamos? Vamos seguir Seu exemplo fazendo uma pública confissão do nosso comprometimento com a vontade de Deus. Vamos nos identificar com Cristo e segui-lo. Da mesma forma que foi batizado por João Batista no Rio Jordão, Jesus mandou que seus discípulos (nós mesmo!) batizassem outros crentes (Mateus 28:19).

Uma vez concluído o estudo sobre o batismo do nosso Rei, do nosso Senhor, vamos para um panorama sobre o batismo. No dicionário de uma Bíblia Digital que aqui tenho, encontrei o seguinte significado para batismo: Ato profético em que se usa água e por meio da qual uma pessoa se torna membro de uma igreja cristã. O batismo é sinal de arrependimento e perdão (At 2.38) e união com Cristo (Gl 3.26-27), tanto em sua morte como em sua ressurreição (Rm 6.3-5).

O último versículo citado, Romanos 6.3-5, diz: “Com certeza vocês sabem que, quando fomos batizados para ficarmos unidos com Cristo Jesus, fomos batizados para ficarmos unidos também com a sua morte. Assim, quando fomos batizados, fomos sepultados com ele por termos morrido junto com ele. E isso para que, assim como Cristo foi ressuscitado pelo poder glorioso do Pai, assim também nós vivamos uma vida nova. Pois, se fomos unidos com ele por uma morte igual à dele, assim também seremos unidos com ele por uma ressurreição igual à dele.” Preste atenção nas frases sublinhadas. Com essas afirmações, já anulamos o efeito do batismo de uma criança. Os pequenos não há do que se arrepender, portanto não há de ser batizada, pois o batismo é um símbolo da morte, sepultamento e ressurreição de Cristo. É uma visão externa da mudança interna de uma pessoa. E se uma criança não tem consciência do que faz, ainda mais um bebê! O crente que é batizado, deixa para trás a velha maneira de viver em troca de uma nova vida em Cristo. Com todas essas afirmativas, chegamos à conclusão de que o batismo pós-nascimento é mesmo um rito, uma espécie de cerimônia onde os pais ou qualquer responsável, faz dizendo que a criança – sem opção de escolha – viverá sob os preceitos de determinada religião. E o mais surpreendente é que essa mesma passagem de Romanos 6.3-5 que diz que quando nos batizamos fomos sepultados com Cristo por termos morrido junto com ele e também ressuscitamos com ele, está presente na bíblia católica, assim como Atos 2.38, que diz: “Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para que os seus pecados sejam perdoados, e vocês receberão de Deus o Espírito Santo.”

Por fim, o batismo é um símbolo de salvação – não um requisito para a vida eterna. Entretanto, como um ato de obediência, também não é opcional para os cristãos. O batismo indica nosso desejo de dizer à nossa igreja e ao mundo que estamos comprometidos com a pessoa de Jesus e seus ensinamentos. Também, o batismo não é suficiente para ser salvo. Para ser salvo, precisamos conhecer, crer, amar e obedecer a Deus.

Amém! Espero que este post tenha te edificado. E com relação à religião, digo sem preceito algum que RELIGIÃO É BALELA. NÃO IMPORTA A RELIGIÃO, IMPORTA O SEU CORAÇÃO DIANTE DE DEUS. VOCÊ O AMA? A BÍBLIA DIZ QUE QUEM O AMA, ACEITA E OBEDECE AOS SEUS MANDAMENTOS:

João 14:21
— A pessoa que aceita e obedece aos meus mandamentos prova que me ama. E a pessoa que me ama será amada pelo meu Pai, e eu também a amarei e lhe mostrarei quem sou.

João 14:23
Jesus respondeu: — A pessoa que me ama obedecerá à minha mensagem, e o meu Pai a amará. E o meu Pai e eu viremos viver com ela.

Sabem, religião me dá a ideia de algo ritualístico, do tipo: orar repetitivamente, orar somente de joelhos, ir à igreja todo domingo – muita das vezes para “bater cartão”, por aparição pública… e quero terminar esse post com as palavras de Jesus, e que creio que essa Palavra é demasiadamente importante, e que vai além de qualquer crença, atitude e práticas relacionadas com o culto a Deus ou com o sobrenatural: “Para Deus, o Pai, a religião pura e verdadeira é esta: ajudar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e não se manchar com as coisas más deste mundo.” Tiago 1.27